“Uma língua na qual as coisas mudas me falam…”, por Thiago Abel

Ode-Ódio Anti-mimético.
Busca da expressão pura de forças e formas.
Luta primorosa em busca de pesar os nervos, chicoteá-los até que enfim nasça uma nova expressão. Éden acessado a poucos que trabalharam arduamente.
Enquanto não se chega: abstracionismos, incompreensões, hermetismos. Não deseja-se mais comunicar ou tornamo-nos incapazes?

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“Entre um corpo profano e um corpo sagrado”, por Florido

Há uma memória ancestral em cada poro do meu corpo. São portais e há a possibilidade de acessá-la consciente ou inconscientemente. Todas são portas. Portas para libertar-se. Portas de opressão. Registros na pele identificam prazer ou dor.

“Entre a Forma e a Fraqueza”, por Jonathan Mendes Tavares

“(…) Dançar para si e para o mundo. Dançar com seus próprios órgãos e dançar para a contingência ameaçadora que é o público. Olhar o espaço, esquadrinhá-lo centímetro por centímetro, não para reduzi-lo a uma propriedade, mas para fazê-lo um campo de composição, para povoá-lo em todas as suas dimensões, e para isso deve-se antes abrir bem os olhos, olhar tudo e todos (…)”